BRAIDE, ONDE ESTÁ O DINHEIRO? O segredo a evolução patrimonial e político-eleitoral de Eduardo Braide é guardar dinheiro embaixo do colchão.

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Desde que deixou a presidência da Caema, indicada pelo pai, o então deputado Carlos Braide, na segunda fase do governo José Reinaldo, para disputar a sua primeira eleição em 2006, o seu patrimônio subiu de R$ 125.805,40 para R$ 1.067.620,62, segundo declaração de bens registrada este ano no TRE-MA.

Um aumento de 748,63%!

Derrotado por Edivaldo Holanda em 2016 (PDT) ele tenta mais uma vez comandar o destino da capital São Luís. E assim como em 2010, por coincidência ou estranheza, quando conseguiu se eleger (estadual) pela primeira vez, após as derrotas de 2006 (federal) e 2008 (vereador), ele volta a declarar dinheiro em espécie.

A bufunfa viva não só marcou o início da sua vitoriosa carreira parlamentar, mas também a recuperação seguida de um crescimento astronômico de sua bolsa de valores.

Depois do fracasso inaugural, o seu patrimônio caiu de R$ 125.805,40, referentes a um flat, poupança um Toyota no valor de 50 mil reais, para R$ 95 mil em 2008 por conta de um apartamento no Edifício Saquarema

Nas eleições de 2010, além de trocar o PSB pelo PMN, ele acrescentou R$ 130 mil em espécie e sua declaração de bens, ainda limitada aos R$ 95 mil do AP. Saquarema, subiu para R$ 225 mil.

Foi tiro e queda. Arrematou 26.792 mil votos e garantiu um assento na Assembleia Legislativa do Maranhão.

Rapaz bom de emendar uma boa conversa, em 14 foi reeleito com 47.519 mil votos, 20.727 mil a mais do que na eleição anterior.

Embora o salário do deputado não seja proporcional ao eleitorado, nesses quatro anos de primeiro mandato o seu patrimônio saltou para
R$ 990.633,50.

Uma taxa de crescimento de 340,28% !

Em 18 ao se eleger deputado federal, o segundo mais votado no estado, pau a pau com o sem comentários Josimar Maranhãozinho, a soma de suas posses ultrapassaram a barreira do milhão.

É como diz o slogan de sua campanha, São Luís tem pressa!

Com dois mandatos na Assembleia Legislativa, deputado federal eleito em 18, e afiançado pelo senador tucanobolsonarista conhecido na praça, Roberto Rocha, o dindin vivo que Braide tem em mãos é bem menor do que o de dez anos passados.

A soma de R$ 1.067.620,62 em bens declarados ao TSE , inclui R$ 30 mil em papel moeda.

Em extinção na maioria das casas ludovicenses, Braide conseguiu reunir de uma só vez 300 garoupas-verdadeiras ou 600 onças-pintadas!

Em meio a essas notas raras, dificilmente haverá alguma tartaruga-de-pente (R$ 2 ) ou mesmo uma garça-branca-grande (R$ 5), é de se perguntar, por qual motivo, embora cada louco com sua mania, guardar uma quantidade de bicho assim em casa?

Tanta espécie junta é um prato cheio para os caçadores de desvios!

Não se trata de por em dúvida a origem dessa fauna , já que o próprio candidato fez questão de declará-lo à Justiça Eleitoral.

Mas o de proteger o próprio candidato de qualquer suspeita infundada, seja de caixa 2, abuso de poder econômico, e até mesmo de lavagem de dinheiro.

O Ministério Público que investiga o caso das rachadinhas no Rio de Janeiro, suspeita, por exemplo, que os negócios com dinheiro vivo realizados pelos irmãos Flávio e Carlos Bolsonaro, pode ser uma estratégia de lavagem de dinheiro.

Se a troca do PSB pelo PMN em 2010 acionou a sinaleira de dobraria à direita, formar fileira com o Podemos e com o bolsonarista de ocasião Roberto Rocha agora em 20, não acredito que ele tenha chegado ao ponto de repetir alguns hábitos sujos dessa família que ameaça o futuro do País.

Mas como nos ensina a sabedoria popular: passarinho que anda com morcego dorme de cabeça para baixo!!!

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